Especial Copa do Mundo

Durante a Copa do Mundo 2018, muitos bares e restaurantes de São Paulo oferecem uma programação especial, com direito a comidinhas e bebidinhas inspiradas nos países que participam do campeonato. Então, se você ainda não sabe onde irá torcer pelo seu time predileto, confira a nossa seleção campeã de sabores. Nossa equipe foi a campo e garimpou os melhores locais para você curtir a Copa enquanto degusta petiscos e pratos maravilhosos. Agora, se já decidiu ficar em casa para não perder nenhum lance na telinha, reproduza os 12 drinks que ensinamos fazer e brinde cada gol em grande estilo.


Do Japão para o Brasil, 110 anos de imigração Sushi Isao

Isao Gushi, o imigrante que há mais de 5 décadas desafia a si mesmo

Brasil, 18 de junho de 1908. Chegavam em Santos, litoral de São Paulo, 781 pessoas a bordo do Kasato Maru, primeiro navio de imigrantes japoneses. Eram 165 famílias em busca de trabalho e de uma vida melhor, já que em suas cidades natais não passavam de camponeses de baixa renda. Com muita dificuldade em se adaptarem à nova cultura e ao idioma, muitos tiveram a dedicação e a paciência – característica ˛ pica dos japoneses – para vencer os desafios e fazer história no Brasil.

Ao longo dos anos, muitos outros navios vindos do Japão continuaram atracando no porto de Santos com imigrantes. Para sentirem-se mais próximos de seus costumes e sua cultura, muitos desses japoneses preparavam pratos tradicionais de sua terra natal. Alguns deles, inclusive, se tornaram chefs e mestres da cozinha oriental aqui no país.

A chegada de Isao Gushi

Em 1962, foi a vez da família Gushi chegar ao Brasil, a bordo do navio Boissevain. Isao, com apenas seis anos na época, nem imaginaria que seu futuro seria brilhante por aqui e que ele seguiria a mesma profissão dos pais, que eram cozinheiros em Okinawa, sua cidade natal. Sempre muito dedicado, Isao aprendeu as técnicas da culinária japonesa e aos 18 anos já estava trabalhando em um restaurante japonês em São Paulo. “Olha e aprende” eram as palavras de seus mestres. Sem livro, caderno ou tecnologia, o desafio era se virar, aprendendo pela observação. E assim fez Isao, absorvendo tudo o que seus mestres lhe ensinavam até virar chef.

Tradição na culinária japonesa

Há exatos 31 anos, Isao dava mais um importante passo na sua trajetória, inaugurando o restaurante Sushi Isao, no bairro da Liberdade. O compromisso com a qualidade, além da busca constante por inovação e excelência nos sabores, fez com que o espaço se tornasse, rapidamente, um dos mais requisitados de São Paulo.

Sempre em busca do novo, Isao não se cansa de pensar em maneiras de oferecer algo diferente, tanto que sua pergunta predileta é “Por que não?”. E foi depois de se indagar várias vezes que ele, pioneiramente, introduziu a maionese em alguns de seus temakis e treinou mulheres para trabalhar na cozinha, desbancando a lenda de que, por terem as mãos mais quentes que as dos homens, elas não poderiam manusear peixes crus. As sushiwomen do Sushi Isao trabalham hoje, lado a lado, com os sushimen.

Escolha minuciosa dos ingredientes

Para manter a qualidade dos pratos que saem da cozinha do Sushi Isao, o chef faz questão de escolher e experimentar todos os ingredientes, principalmente aqueles que são a base da cultura alimentar japonesa. O arroz, ou gohan, é um deles e, atualmente, Isao gosta de trabalhar com o da marca Aizu. “Se eu posso comer ou se eu posso oferecer para minha família, então posso destinar aos meus clientes”, diz Isao.

Outro item muito importante que se destaca no restaurante é o shoyo da Maruiti, marca que está no Brasil há mais de 50 anos e segue o processo de fabricação originário do Japão. O gengibre, os cogumelos shimeji e shitake e as algas também passam por um rigoroso teste de qualidade e abrilhantam as receitas do local.

Tecnologia na cozinha

Em tempos modernos, nada mais justo do que acompanhar a evolução. Sem tirar a arte dos sushimen, Isao Gushi investiu nas máquinas da Suzumo, também chamadas de “robôs de sushi”, para garantir ainda mais agilidade em sua cozinha.

Talento reconhecido

Mesmo após 31 anos à frente do Sushi Isao, o trabalho do chef continua em destaque. Ano passado, ele foi agraciado com premiações em São Paulo, Panamá e Dubai, que deram ao Sushi Isao a certificação de Culinária Oriental pela excelência em empreendedorismo. Em julho deste ano, o Sushi Isao participará de mais uma edição do Festival do Japão, que reúne milhares de pessoas em busca de contato com a cultura japonesa. Isao e alguns de seus parceiros – como Suzumo, Aizu, Maruiti, Hashi SEKI, Foodcenter Alimentos, Nordsee, Ostravagante, Yokota Pescados, Piscicultura Cristalina, LongWay, Ajinomoto e Azuma Kirin – vão realizar várias ações durante o evento, que vão desde a distribuição de sushis até aulas e concursos que enaltecem a cultura japonesa.

R. da Glória, 111 Tel.: +55 11 3106 7287
www.sushiisao.com.br


Sua majestade: o bacalhau Hocca Bar

O Hocca Bar honra suas origens portuguesas e vai muito além do icônico pastel que leva multidões ao Mercado Municipal: com pratos clássicos, como o Bacalhau à portuguesa, cardápio da casa é uma verdadeira homenagem à boa culinária lusitana.

A verdadeira lenda em torno do Hocca Bar, restaurante no mezanino do famoso Mercadão de São Paulo, se deve, em muito a ele: o bacalhau. Mais precisamente ao pastel de bacalhau, receita de Dona Maria de Deus, esposa do fundador Horacio Gabriel.

Ainda na década de 1930, o casal de portugueses recém-chegado ao Brasil, se desdobrava para prover seu sustento, usando seus talentos naturais. Horacio abriu o pequeno bar São Jorge no ainda jovem Merca-do Municipal, onde já demonstrava preocupação com a qualidade do que servia. Mais tarde, o bar passaria a se chamar Hocca. Ali eram servidos os generosos lanches que ainda hoje fazem sucesso, como o sanduíche de mortadela, que renderia ao Hocca a medalha José de Anchieta por tornar este lanche um ícone da gastronomia paulistana. Maria, exímia cozinheira, emprestava seu tempero aos bolinhos de bacalhau que Horacio levava de casa já fritos para o Mercadão. “Às 3h30 o pessoal do bonde sentia o cheirinho e já queria comprar”, conta  chef Horacio Gabriel, filho do casal.

Alvo de piadas por chamar o próprio bolinho de pastel – em algumas regiões de Portugal esse é o nome que se dá à receita – Horacio pai teve a ideia de rechear a massa de pastel brasileira com o delicioso bacalhau desfiado da esposa. A partir daí, São Paulo ganhou uma deliciosa atração turístico-gastronômica que leva centenas de pessoas ao Mercadão todos os dias. “Várias casas oferecem o pastel de bacalhau, mas nunca igual ao meu, porque o último tempero é um segredo que só meu irmão e eu sabemos”, explica o chef. Além do toque misterioso, o bacalhau passa uma semana imerso em azeite puro, para controlar a salinidade e ganhar mais cor e sabor.

Muito além do Mercadão

Em 2011, quando o Hocca Bar ganhou sua primeira unidade fora do Mercado Municipal, no Mooca Plaza Shopping, o chef Horacio Gabriel e seu irmão Angelo Norberto Ferreira Gabriel perceberam uma oportunidade de ampliar o cardápio. Opções para todos os gostos foram incluídas, como saladas, carnes, peixes, risotos e sobremesas, sempre mantendo a tradição das refeições fartas, para compartilhar. E, como não poderia deixar de ser, o bacalhau ganhou as versões clássicas: à lagareiro, à Gomes de Sá e à portuguesa, que, ao lado do pastel, são responsáveis pelas toneladas do peixe servidas pela rede todos os meses.

O Bacalhau à portuguesa é banhado no azeite e preparado com rodelas de batatas, cebola grelhada, brócolis, azei-tonas pretas, pimentão, ovo cozido e servido com arroz branco. O Bacalhau à lagareiro serve até três pessoas e é feito com uma posta de gadus morhua (conhecido como o genuíno bacalhau), acompanha brócolis, batatas ao for-no, pimentões, azeitonas e ovos. E o Bacalhau à Gomes de Sá, que usa o bacalhau desfiado, vai à mesa com cebola, pedaços de batata ao forno e serve de quatro a cinco pessoas.

www.hoccabar.com.br


Culinária preciosa Arimbá

A cozinha caipira ganha força na metrópole, graças ao Arimbá, da chef capixaba Angelita Gonzaga, que usa muita intuição e ingredientes bem brasileiros para criar verdadeiros tesouros da gastronomia.

Tudo começou em setembro de 2015, em um simples estacionamento sem teto, nem porta, mas com todo o talento e dedicação de Angelita Gonzaga, chef de cozinha capixaba, quetinha o sonho de homenagear a culinária brasileira de raiz, com receitas inspiradas na cultura caipira, tropeira e campeira. Nascia o Arimbá, cujo tempero conquistou rapidamente o coração da metrópole, resgatando uma cozinha que andava esquecida.

A principal inspiração para a identidade do Arimbá veio das viagens de Angelita, uma em especial, quando foi à Festa Farroupilha, em Porto Alegre: “esse é um evento onde estancieiros (caipiras do Rio Grande do Sul) passam um mês com suas famílias, em piquetes. Lá são expostas culturas gastronômicas de várias regiões. Achei que esse tipo de estrutura seria lindo para o Arimbá”, conta a chef.

As receitas podem ser características de regiões como o interior de São Paulo, que inspirou a criação do carro-chefe da casa, o Rojão (espeto gigante de carne suína assado na brasa). A culinária mineira também é homenageada no cardápio do Arimbá, com pratos que fizeram parte da grande caminhada dos tropeiros, a exemplo do Pastel de angú (feito de fubá de moinho d’água e recheado com queijo canastra ou carne bovina). Entre as sobremesas, destacam-se os exclusivos Churros de curau, seguindo a linha caipira.

Para as festividades do Mundial de 2018, a casa criou duas caipirinhas especiais: a Canarinha, que leva li-mão-siciliano, capim santo e maracujá e a Brasileirinha, preparada com tangerina, limão-siciliano e manjericão.

Novidades à vista

Em breve, os clientes poderão deleitar-se com mudanças na estrutura da casa que afetarão positivamente o sabor dos pratos: a construção de um forno à lenha e chapas para grelhar carnes.

O Arimbá também lançará um delicioso Sanduíche de linguiça (suína de fabricação própria e sem conservantes) com queijo, que será um verdadeiro resgate das paradas de estradas. Outra novidade será um corte diferenciado de carne suína pururucada no forno à lenha.

R. Ministro Ferreira Alves, 464 Perdizes – São Paulo – SP Tel.: (11) 3477 7063
www.arimbarestaurante.com.br


Amazônia traz comida paraense a São Paulo Amazônia

Localizado no tradicional bairro do Bixiga, o restaurante Amazônia reúne o que há de melhor na comida amazônica com leve influência portuguesa

Nascido no Pará, Paulo Leite se encantou por São Paulo durante a temporada de uma peça de teatro (sim, ele é ator!). “Nessa época minha irmã vinha me visitar e trazia os ingredientes lá do Pará. Eu cozinhava para os amigos que logo me incentivaram a montar um restaurante típico de comida amazônica”, conta o restaurateur que dirigiu o Tucupi (de 95 a 2002),  Carimbó (de 2002 a 2005) e, desde 2008, conduz o Amazônia, no bairro, do Bixiga. Com seus sabores únicos, que combinam a gastronomia africana, indígena e europeia, a culinária amazônica se destaca não só pelos sabores, mas pela delicadeza dos pratos. O restaurante que preza pelas receitas originais tem como destaque a caranguejada (carne de caranguejo salteada, acompanhada de farofa na manteiga e arroz branco); o pirarucu de casaca (camadas de pirarucu salgado intercaladas com temperos, e banana frita e farofa como acompanhamentos); a maniçoba (as carnes de porco e bovina que vão na feijoada, masem vez do feijão usa-se folhas de mandioca moídas e fervidas por cinco a seis dias, acompanha arroz e farinha); a peixada; as releituras do vatapá do Pará e do caruru (mais leves, com menos azeite de dendê e leite de coco) e, claro, do famoso pato no tucupi (pato assado com folhas de jambu cozidas). Além disso, no restaurante – que tem miniaturas tipicas do artesanato do Pará, painéis com paisagens amazônicas e que remetem à vegetação local, sucos e batidas de frutas como cajá e cupuaçu e sobremesas típicas como sorvete de tapioca, o creme de cupuaçu e de bacuri. No almoço de sábado, domingo e feriados, o famoso Bu˛ et dos Sete Clássicos: Pato no Tucupi, Peixada, Caranguejada, Maniçoba, Vatapá do Pará, Caruru, Pirarucu- sendo que, em comemoração aos dez anos do restaurante, este ano acrescentaram o Tacacá e mais recentemente a Costela de Tambaqui a dorê. E as novidades não param por aí, em breve serão acrescentados no cardápio pratos contemporâneos elaborados pelo chef Bruno Monreal.

R. Rui Barbosa, 206 – Bela Vista – São Paulo – SP Tel.: (11) 3142 9264


Sabor e tradição BiCol

Em meados de 1980, em busca de melhor qualidade de vida, alguns coreanos vieram para o Brasil e aqui fincaram suas raízes e constituíram família. É o caso do BiCol restaurante Coreano, que foi fundado em 2000 por uma família de imigrantes sul-coreanos.

Localizado no bairro da Aclimação, BiCol Restaurante Coreano se destaca pelo ambiente familiar e, claro, pelo cardápio ˜ pico sul-coreano. Como, por exemplo, o tradicional Bulgogui, que é composto por carne bovina marinada, levemente adocicada, preparada pelo próprio cliente no fogareiro a gás que há em cada mesa e que vem com oito mini acompanhamentos, uma porção de alface e duas tigelas de arroz branco estilo coreano; o Bibimbap, que nada mais é que um risoto ou mexidão coreano com legumes, com um tipo de carne (à escolha do cliente) e que pode vir acompanhado de óleo de gergelim tostado e pasta de pimenta levemente adocicada; o Galbi ,costela bovina com osso também levemente adocicada e assada no carvão; e o Kimchi, um condimento de acelga fermenta-do e apimentado em conserva, que não pode faltar em nenhum restaurante coreano. “Em cada casa há um modo de preparo e tempero único. Nós tivemos que adaptar alguns pratos porque os coreanos consomem pratos mais picantes e salgados, mas claro que se o cliente quiser podemos fazer os pratos como são consumidos mesmo na Coréia”, conta Rafael Kang, sócio-executivo do BiCol Restaurante Coreano. Para acompanhar essas delícias, o tipico soju (destilado de arroz e cereais com teor alcoólico que varia entre 15 a 35%), o sujongá (chá gelado, digestivo à base de canela e gengibre), os famosos sorvetes coreanos e a raspadinha de gelo à base de leite com feijão-preto doce. E, sempre querendo aperfeiçoar os serviços, em agosto a casa passa a funcionar em novo endereço, no qual terá mais espaço, uma área dedicada às crianças, um bar sofisticado e um agradável deck ao ar livre.

Pç. Gen. Polidoro, 111 – Aclimação – São Paulo – SP
A PARTIR DE AGOSTO R. José Getúlio, 422 – Aclimação – São Paulo – SP Tel.: (11) 3341 3745


Rede Braugarten apresenta novidades Braugarten

Responsável, há mais de duas décadas, pelo cardápio da rede de restaurantes Braugarten, a chef Taíza Krueder relança alguns pratos e anuncia novidade para a Copa do Mundo.

Considerada a única rede de comida alemã na capital pau-lista, a rede de restaurantes Braugarten oferece desde 1995 o que há de melhor e mais moderno na cozinha germânica. “Primamos pela qualidade em todo o processo operacional, desde a compra de produtos frescos, preparação dos pratos, seleção das bebidas e atendimento ao consumidor. É dessa forma que conseguimos preparar pratos saudáveis e conquistar a preferência do consumidor”, destaca a chef Taíza Krueder. O cardápio conta com gastronomia tipica, como o mix de salsichas alemãs, que é a combinação de salsichas Frankfurt, Weisswurst e Cervela grelhadas sobre uma camada de chucrute e batatas cozidas, ou o Sor-° do do Cervejeiro, que acompanha Eisbein, costelinhas suínas, salsichas, batatas cozidas, chucrute e purê de maçã. Além dos pratos, o restaurante também oferece petiscos, como a exclusiva costelinha barbecue e o mix de salsichas alemãs. As porções de batatas fritas, frango à passarinho, minicoxinhas e onion rings também fazem parte dos destaques da casa.

Outra grande novidade é o bolão que a rede fará durante os jogos da Copa, no qual o vencedor vai ganhar 100 reais para gastar no restaurante. Dessa forma, os clientes podem reunir o que há de melhor na Copa do Mundo: amigos, boa comida e chope. O bolão funcionará da seguinte maneira: os interessados receberão um voucher para preencher com seus palpites e deverão depositar na urna até o horário do início dos jogos. Em caso de empate, será realizado um sorteio para definir o vencedor. Mas atenção: a promoção é válida apenas para os jogos do Brasil e Alemanha realizados a partir das 11h.

Av. Engenheiro Luiz Carlos Berrini, 1339 São Paulo – SP (loja de rua)
Mais 7 lojas nos shoppings:
Paulista, Santa Cruz, Plaza Sul, Higienópolis, Kinoplex Itaim, Market Place e Tamboré Tel.: (11) 3596 8817
www.brau.com.br


Sushi vegetariano Djapa

Conhecido por oferecer um diversificado e impecável rodízio japonês, o Djapa se orgulha de seu DNA inclusivo e passa a servir mais de 20 opções em um rodízio vegetariano, com versões igualmente deliciosas de seus tradicionais sushis, sashimis e temakis.

Há 14 anos, quando o Djapa foi inaugurado, na cidade de Arujá, costume de comer peixe cru ainda causava estranheza em alguns brasileiros. Por isso, o restaurante já nasceu com a diversidade em seu DNA. Além dos clássicos sushis e sashimis – e de outros tantos exemplares da culinária japonesa –, opções como bolinho de bacalhau, pastéis, casquinha de siri, ebichin (trouxinha de camarão) e ostra gratinada contemplavam aqueles que não tinham tanta afinidade com o cardápio tradicional. Além disso, já oferecia opções para vegetarianos e veganos e alternativas para alérgicos.

Rodízio japa-vegetariano

Mas, atendendo a pedidos de inúmeros clientes, no primeiro semestre de 2018, o Djapa transformou o que se resumia a alguns itens, em um rodízio inteiramente dedicado a quem não come nenhum tipo de carne, com mais de 20 opções. Assim, enquanto os apaixonados por peixe cru se deli-ciam com os inúmeros itens do rodízio tradicional, os veganos e vegetarianos podem aproveitar sushis e sashimis preparados com frutas e vegetais, além de guioza, tempurá, robata e harumakis de queijo e de legumes.

Os já conhecidos shitake e shimeji na chapa fazem parte do rodízio. A trouxinha kabotcha e o carpaccio de abobrinha são outras das delícias que circulam pelas mesas, levadas por uma equipe de garçons treina-dos para fazer o cliente sentir-se em casa. “Usamos ingredientes como acelga, cenoura, berinjela e tofu e criamos uma diversidade de opções extremamente saborosas”, diz José Miguel Hallage, sócio-proprietário do Djapa. É por isso que a novidade já faz sucesso entre o público vegano e vegetariano, que pode acompanhar os adoradores de peixe cru em suas incursões pela casa. Mais barata que o rodízio tradicional, a alternativa custa R$ 55 no almoço de segunda a sexta (exceto feriados) e, no jantar e aos finais de semana, R$ 75.

R. Gaivota, 168 – Moema (11) 2691 2003
Av. José Nasser Filho, 31 – Arujá (11) 4652 1442
Av. Capitão Manoel Rudge, 1170 Mogi das Cruzes (11) 4726 8773
www.djapa.com.br


Sabor de primeira Dib

Fundada em 1989 por Ricardo Dib e seu filho Wagner Chamie Dib, a Dib Especialidades Árabes hoje conta com três unidades em São Paulo.

Filhos de imigrantes sírios, Ricardo Dib e a esposa tentavam amenizar a saudade de casa fazendo diversos pratos típicos, como esfihas, quibes e tabule. A ideia de montar um restaurante especializado em comida árabe surgiu em 1989, quando Ricardo Dib e seu filho Wagner Chamie Dib abriram a primeira unidade do restaurante no bairro da Pompéia. Os anos se passaram, a clientela foi aumentando e os sócios sentiram a necessidade de expandir o restaurante, que hoje é administrado por Wagner e seus filhos Leonardo Dib e Pedro Dib.

Como bom restaurante árabe, o Dib é conhecido por sua esfihas levinhas que têm opção de massa folhada e integral (sendo as mais pedidas a de queijo e a de carne), seus quibes molhadinhos, seus deliciosos beirutes e, claro, as famosas pastas de homus, de babaganuche e coalhada, além dos pratos tipicos, como charutos de folha de uva, arroz com lentilha, kafta e kebab de falafel. “Todos nossos pratos são feitos com produtos selecionados, e aprendemos com meu avô que os clientes devem ser cativados dia a dia. Por isso, costumamos dizer que nosso restaurante prioriza a culinária caseira porque queremos que as pessoas sintam-se como se estivessem no aconchego de casa”, diz Leonardo Dib. Além do próprio sistema de entregas, o Dib conta (em algumas unidades) com parcerias de empresas de delivery.

www.dibarabe.com.br
Al. dos Nhambiquaras, 907 Moema – São Paulo – SP Tel.: (11) 5052 9120
Av. Macuco, 328, Moema – São Paulo – SP Tel.: (11) 5055 1571
Av. Professor Alfonso Bovero, 1135 Pompeia – São Paulo – SP Tel.: (11) 3871 5778


Um pedacinho do Uruguai em São Paulo Fuego Celeste

Aberto há pouco mais de sete meses, o restaurante Fuego Celeste faz você se sentir no Uruguai, mesmo estando no bairro da Vila Mariana, em São Paulo.

Como bom uruguaio, Rodrigo Facal sempre gostou de reunir os amigos e familiares para fazerem churrasco. Mas, enquanto aqui no Brasil o churrasco é feito com carvão, lá usam apenas lenha para assar a carne. “Aqui no Fuego Celeste, fazemos o churrasco tipico uruguaio, com carnes 100% Angus, que é a raça de gado mais utilizada no Uruguai junto com o Hereford. Também optamos pela grelha inclinada para conseguirmos fazer peças grandes que demandam mais tempo. Confesso que no início não queria incluir a farofa no cardápio, já que no Uruguai não temos o costume de comê-la, mas entendi que faz parte da cultura brasileira e hoje ela é um sucesso como acompanhamento das carnes”, conta Rodrigo, que hoje administra o restaurante ao lado dos sócios Douglas Tani Alves, Fabrício Palhares e Flavio Mastrangelo. Para deixar o ambiente ainda mais uruguaio, o idioma oficial do local é o espanhol, o toldo azul e branco remete às cores da bandeira do Uruguai, a bandeira do Uruguai na parede, camisas dos times do Nacional e do Peñarol penduradas no restaurante junto com placas dos produtos ˜ picos. E, claro, na cozinha predominam uruguaios: o chef de cozinha é o Alberto Adrián Dávalos, criado em Buenos Aires, com especialidade em massas e pães; no comando da Parrilla (churrasqueira), o uruguaio Bladimir Lopez, parrillero há 20 anos; e, na gerência da casa e como backup do churrasqueiro, Washington Barreto, também do Uruguai.

Entres os pratos mais pedidos, desta-que para o Ojo de Bife Importado (parte central do bife ancho com marmorização (gordura) central, o que faz que a carne seja mais macia), Asado de Tiras Black Angus (costela do boi, cortada na transversal), Bife de Chorizo importado (miolo do contra filé com gordura na lateral) e Chivito (lanche típico com pão, maionese, alface, tomate, ovo cozido, filé mignon, quatro fatias de bacon, mussarela, presunto e pimentão caramelizado na churrasqueira). Além do tradicional churrasco uruguaio, sobremesas típicas como churros caseiros com doce de leite e sorvete, Massini, Chajá, Flan com doce de leite (pudim) e, claro, uma vasta carta de vinhos e bebidas tipicas, como Medio y Medio (mistura de 50% Chardonnay e 50% Moscatel), Grappamiel Vesubio (grappa com mel) e Espinillar (rum). Já para a Copa do mundo, o restaurante, que normalmente só abre à noite, irá funcionar e televisionar os jogos da seleção uruguaia, porém, em função das poucas mesas, é preciso fazer reservas pelo Facebook ou pelo telefone.

R. Joaquim Távora, 1068 Vila Mariana – São Paulo – SP Tel.: (11) 4563 8999


Alta-gastronomia na montanha Le Foyer

Localizado dentro da pousada Chateau La Villette, o restaurante Le Foyer oferece pratos bem elaborados e sob medida para a temporada de inverno.

Quem chega ao Chateau La Villette, uma pousada de luxo com padrões de hotelaria internacional, logo sente que irá vivenciar uma experiência única. Integrante da Associação Roteiros de Charme, esse hotel conta com 15 suítes personalizadas, todas muito bem decoradas, aconchegantes e espaçosas. E o clima intimista faz com que os hóspedes sintam-se em casa. Mas esses não são os únicos motivos que os levam a escolher esse charmoso hotel de Campos de Jordão para passar alguns dias longe da rotina. A gastronomia do hotel é de primeira!

Delícias do Le Foyer

Inspirado nas receitas de Ana Maria Rozette, proprietária do hotel, o restaurante Le Foyer oferece cozinha internacional aberta às influências do terroir da montanha. O resultado são pratos que proporcionam ao visitante uma experiência rica em sabores. do Chateau la Villette, mas a boa fama do restaurante fez com que ele, em 2009, passasse a integrar a associação da Cozinha da Boa Lembrança e abrisse as portas para o público em geral. Com ambiente requintado, o espaçoso salão do restaurante possui mesas mais reservadas, per-feitas para os casais apaixonados, e outras maiores para acomodar famílias e grupos de amigos.

Entre as várias delícias preparadas na cozinha do local, duas se destacam no cardápio: o Fondue de queijo, que tem receita exclusiva da casa, e a Picanha de cordeiro com molho de frutas vermelhas. Para harmonizar com os pratos, eles oferecem uma variada carta de vinhos.

R. Cantídio Pereira de Castro, 100 – Vila Everest – Campos do Jordão – SP Tel.: (12) 3663 1444
www.chateaulavillette.com.br


Fuentes: de casa nova e ainda mais saboroso Fuentes

Após décadas funcionando no centro de São Paulo, o restaurante espanhol passa a atender nos Jardins.

Comandado pela 3ª geração da família do sr. Severino Fernandez Fuentes, que fugiu da ditadura Franquista deixando a Espanha na década de 50, o Fuentes – um dos restaurantes espanhóis mais tradicionais de São Paulo, inaugurou em dezembro de 2017 a nova unidade, localizada nos Jardins. Charmoso, o “novo” Fuentes possui três andares . A varanda no térreo, coberta por teto retrátil, é uma boa opção para quem prefere ambientes ao ar livre e gosta de observar o movimento da rua. No primeiro piso, o salão principal da casa é decorado com espelhos e um quadro que toma toda a parede do lado direito, além de também possuir um pequeno terraço. No último piso, há uma área que pode ser reservada para reuniões, aniversários e festas de confraternização.

O cardápio tem poucas e boas opções. Entre os clássicos, destaque para a Paella à Valenciana (com mexilhão, vôngole, lula, camarão, frango, bacon e ovos), o Espaguete à Marinheira (espaguete, camarão-rosa, camarão miúdo, lula, mexilhão, vôngole e molho de tomate), a Caldeirada (ensopado de abadejo com mexilhão, vôngole camarão miúdo, batata e grão de bico), Bacalhau à Espanhola (posta de bacalhau, batata, grão de bico, pimentão e molho de tomate – acompanha arroz branco), o Puchero (batata, repolho, grão de bico, couve, carne vermelha, frango, lombo, costela suína, linguiça e bacon) e o Arroz Caipira (“Galinhada”, com arroz, frango, miúdos, molho de tomate, pimentão e vinho branco).

O restaurante também tem bons petiscos, porções e especialmente as deliciosas tapas. Recentemente, o chef e sócio Severino Pinheiro Fernandez lançou seu menu executivo (com entrada, prato principal e sobremesa) para o almoço de terça a sexta-feira, assim como sugestões de pratos do dia para duas pessoas. Entre as bebi-das, além da vantagem de não haver a cobrança da rolha, há boas opções de vinhos, todos importados além da tradicional sangria.

R. Dr. Melo Alves, 82 – Jardins – São Paulo – SP Tel.: (11) 3062 6572


25 anos de dedicação aos clientes Galinheiro Grill

Ao longo dos anos, a constante preocupação com a qualidade – desde os ingredientes ao atendimento – fizeram do Galinheiro Grill um símbolo de boa comida em ambiente familiar.

Quando Sonia e Jurandir Camargo inauguraram o Galinheiro Grill, em 1992, com o objetivo de oferecer o melhor frango assado da região, não podiam imaginar que um quarto de século depois, a casa continuaria em evidência na cidade.

Mais que isso: que o sucesso seria crescente, exigindo ampliações no espaço e no cardápio. Mas com tantos atributos, não poderia ser diferente. “Nosso princípio básico sempre foi a qualidade, desde os ingredientes de primeira até o atendimento, sempre atencioso e cordial”, conta Sonia, que está sempre em contato com os clientes, ouvindo suas opiniões, sugestões e, não raro, elogios.

Rose Geronimo, gerente do Galinheiro também está sempre a postos para atender a qualquer solicitação do público e garantir que todos saiam satisfeitos. “Dessa forma, fazemos amigos. Muitos clientes trazem sua galera e nos apresentam, porque confiam que serão bem recebidos na casa”, orgulha-se ela, que conta ainda com uma equipe de profissionais bem treinados e motivados.

O Frango assado na brasa, carro-chefe da casa, é feito da mesma maneira, com os mesmos temperos que conquistaram o público desde o início. Por outro lado, uma grande variedade de cortes de carnes enriqueceu o cardápio ao longo dos anos, como a picanha, a maminha, o cupim e as costelas (de porco e de boi).

O vasto cardápio também é um trunfo da casa para cativar a clientela e está em constante transformação. De acordo com a época do ano, é possível experimentar uma variedade de sopas e as famosas porções de linguiça ganham versões mais apimentadas. No verão, saladas refrescantes e sucos de frutas da estação.

Seguindo a tradição de trazer opções para surpreender o público, o Galinheiro Grill acaba de criar uma carta de caipirinhas com frutas exóticas, como jabuticaba com uvas verdes e romã com limão e cassis, que podem ser pedidas o ano todo. Durante a Copa do Mundo, a casa recebe inúmeros torcedores, que podem ver os jogos nos quase 20 televisores espalhados por todos os ambientes.

R. Inácio Pereira da Rocha, 231 Vila Madalena – São Paulo – SP Tel.: (11) 3816 3208 www.galinheirogrill.com.br


México para todos Nacho Libre

Criado em 2010 para oferecer a boa comida mexicana a carnívoros e veganos, o Nacho Libre inova, trazendo também o sabor bem brasileiro do açaí em sobremesas criativas e deliciosas.

Quando o Nacho Libre abriu as portas pela primeira vez há oito anos, em Perdizes, a intenção era oferecer uma comida rápida e prática de essência mexicana, com versões para veganos e vegetaria-nos tão deliciosas quanto as receitas originais. Dessa forma, os tradicionais burritos, quesadillas, tacos e outros pratos ° picos da culinária do país podem chegar à mesa com os recheios de frango, filé-mignon, calabresa e salsicha ou, nas versões “alternativas”, com carne de jaca, queijo vegarella (mussarela de mandioca com corante natural de cenoura) ou flor de hibisco. “No início, houve resistência, pois as pessoas tinham essa ideia de que a comida mexicana era apimentada e gordurosa. Mas, pelo contrário, é uma culinária saudável, com muitas proteínas e vitaminas”, explica Veridiane Feltrim, uma das sócias da casa. Um dos pratos que já tem público cativo no Nacho Libre é o Chilli beans, famosa e picante mistura de carne e feijão, batidos artesanalmente.

Em breve, os clientes poderão degustar uma deliciosa novidade: burrito com machaca (carne-seca desfiada) e, para quem não come carne, uma surpresa preparada com cacto comestivel. Entre as sobremesas, os destaques são a cestonha feita com massa de churros, que acompanha uma bola de sorvete de creme, cupuaçu ou açaí e os Mini-churros com doce de leite vegano.

E mais açaí

Apaixonado por açaí, o sócio de Veridiane, Leandro Ceccato, decidiu incluir a frutinha roxa no cardápio do Nacho Libre, em deliciosas versões. A escolha inusitada foi um sucesso instantâneo, especialmente a opção que leva trufa de chocolate, de maracujá ou de limão. O creme de açaí também é usado como recheio de tacos, agradando também aos veganos, já que a massa leva apenas milho e água.

Av. Prof. Alfonso Bovero, 754 Perdizes – São Paulo – SP Tel.: (11) 2362 2867
www.nacholibre.com.br


Uma explosão de sabores Konstanz

Localizado em um chalé decorado com elementos da cozinha alemã e suíça, a restaurante Konstanz foi aberto em 1981 e reúne o que há de melhor nas duas gastronomias.

Apesar de ser muito conhecido por seus pratos tipicos alemães, como o Eisbein e a Paprika Schnitzel, a abertura do restaurante Konstanz tem seus mistérios. Segundo o gerente Dario Leão, a “lenda” contada até hoje diz que um português morador da região foi fazer turismo pela Europa e se encantou pela Alemanha, mais precisamente pela cidade de Konstanz. De volta ao Brasil, resolveu abrir o restaurante que possui um salão alemão e um salão suíço, sendo que, entre os dois há o bar, especializado nos rótulos de cervejas mais apreciados do mundo, simbolizando o lago da região que margeia os dois países. O lugar tem um cardápio bem elaborado com opções clássicas e especiais, como o hackepeter, canapés de carne crua condimentada e cebola picada; o Mix de Petiscos (combinado com o melhor da salsicharia e petiscos da casa). “Como os brasileiros consomem mais carne bovina, um dos nossos pratos principais, a Paprika Schnitzel que tradicionalmente é feita com lombo suíno ganhou a sua versão de Filet-Mignon, que é a mais vendida”, conta Dario.

Também fazem parte do menu iguarias a exemplo do bolinho de cerveja; chucrute garni preparado com joelho de porco, kasseler, salsichão, linguiça branca, batatas cozidas e chucrute; o Konstanzwurstbier (diferentes tipos de salsichas preparadas à mesa) com cerveja, steinhager e zimbro. Para a sobremesa, o tradicional e delicioso apfelstrudel com chantilly e sorvete, a torta holandesa, o Waffle com Calda de Frutas Vermelhas (waffle douradinho levemente aquecido com sorvete de morango e gotas de chocolate belga coberto por uma deliciosa calda de frutas vermelhas silvestres), a banana flambada e outras delícias.

Apesar de ter na sua essência a pre-dominância alemã, o restaurante traz em seu cardápio uma leveza e sabores que agrada a todos os paladares, e para quem quiser curtir a Copa enquanto saboreia pratos deliciosos, dois telões estarão transmitindo os jogos.

Av. dos Aratãs, 713 – Moema – SãoPaulo – SP Tel.: (11) 5041 0969


Viva la paella! La Alhambra

Ir ao La Alhambra é mergulhar na gastronomia espanhola clássica: as seis versões da paella valenciana são as principais representantes dessa culinária de aromas e sabores marcantes.

O restaurante La Alhambra, na Vila Mariana, é um saboroso pedaço da Espanha. Seu nome é uma clara homenagem ao Palácio de Alhambra, Patrimônio da Humanida-de e um dos mais impressionantes monumentos mouros da Europa, localizado em Andaluzia.

Seu cardápio, assinado pelo chef malaguenho José Luis Almansa Esquetino – ou apenas Pepe – também reverencia os sabores marcantes da culinária espanhola do mediterrâneo, com pratos icônicos como a farta paella – disponível em seis versões – e diversas outras opções com peixes e frutos do mar, além de carnes, risotos e massas.

As deliciosas paellas já são famosas na cidade e atraem clientes vindos de todas as regiões. Leves, cheias de sabor e muito bem servidas, elas combinam ingredientes como grão de bico e bacalhau (Paella Medina Celli) em receitas cheias de personalidade. A versão que leva o nome da casa é um dos destaques do menu, feita com frutos do mar, legumes e polvo. Mas a mais apreciada é a valenciana, que combina camarões, frango e carne de porco. O tempero inigualável de José Luis também se confirma no Puchero madrilenho, espécie de cozido espanhol feito com grão de bico, batatas, frango, morcilla, presunto cru e carne de porco, que chega à mesa em uma generosa porção que serve até três pessoas.

Outras receitas que fazem sucesso na casa são as das tradicionais tapas, dentre as quais se destaca a de Berinjela ao Mel, com fatias espessas do vegetal empanado e frito, regadas com mel de laranjeira, que surpreende os paladares mais exigentes.

R. Professor Macedo Soares, 11 Vila Mariana – São Paulo – SP Tel.: (11) 5549 5744
www.laalhambra.com.br


A legítima parrilla portenha La Caballeriza

Da Argentina para São Paulo, o tradicional restaurante La Caballeriza oferece carnes nobres, magistralmente assadas em forno a lenha e na grelha de estilo argentino, em um ambiente leve e descontraído.

A culinária argentina, conhecida por suas carnes suculentas, magistralmente preparadas, tem um representante nativo no Brasil: o La Caballeriza, fundado em 1990 no bairro de San Isidro, em Buenos Aires, chegou a São Paulo em 2004, trazida por Enrique Wellisch, um tipico argentino apaixonado por churrasco. A sociedade com o compatriota Ricardo Alcazar e com ARG Paulo Lima vem dando frutos e já resulta em um dos mais respeitados restaurantes de carnes da cidade.

Um dos segredos do sucesso da casa é a lenha, trazida do país vizinho, assim como os cortes das raças Angus, Aberdeen, Hereford e Shorton, que dão origem a cortes de qualidade elevada. O forno a lenha também tem papel fundamental para a perfeição do ponto das costelas bovina e suína, que são servidas especialmente durante o almoço de segunda a sexta-feira.

Embora o cardápio do La Caballeriza seja essencialmente argentino, algumas adaptações foram feitas para agradar ao paladar brasileiro, como a inclusão de acompanhamentos como os insubstituíveis arroz, feijão e farofa. A decoração é de uma rusticidade proposital, que favorece o aconchego dos clientes. Inspirada em antigas cocheiras de cavalos argentinos, traz elementos como baias transformadas em mesas. À entrada, um imponente bar recepciona o público com charme e elegância.

Mas nem só de churrasco vive a culinária argentina: as empanadas – receita de família –, recheadas de carne cortada en la punta del cuchillo (na ponta da faca), são uma entrada perfeita. O recheio de carne inclui ovo, uva passa e cebolinha. A iguaria também está disponível na versão vegetariana, no sabor cebola e queijo.

A provoleta, outra entrada de lamber os beiços, é cuidadosamente preparada na grelha e servida quennha na platina de ferro. Hoje a casa chega à segunda geração, passando de pai para filho: Rafael Wellisch e Philipe Ferraz Lima também estão à frente do La Caballeriza.

Al. Campinas, 530 – São Paulo – SP Tels.: (11) 3285 6189/3541 2220 www.lacaballeriza.com.br


Os segredos do chá Teakettle

Com uma deliciosa variedade de ervas de todos os cantos do mundo, a Teakettle oferece muito mais do que chás bem elaborados: aconchega e mima os clientes em clima charmoso e agradável.

Criada em abril de 2007 pelas sócias Sylvia e Ana Cláudia Rodrigues (mãe e filha), no Alto da Boa Vista, a pequena e graciosa Teakettle surgiu com o objetivo de oferecer chás terapêuticos e personalizados, difundindo o conceito de aproximar e curar a pessoas, de forma elegante e saborosa.

Anos depois, Sylvia e Ana Claudia, juntamente com a publicitária Ana Cristina – caçula do clã, responsável pelos eventos da casa –, levaram o charme de seus chás e o atendimento atencioso, marca registrada da Teakettle, para uma casa mais espaçosa, na Chácara Santo Antônio, onde cultivam um belo jardim. Com a transição, além do ambiente, o menu também aumentou: além dos chás terapêuticos, as sócias passaram a oferecer blends, muitos preparados por elas mesmas. A carta passou a incluir chás brasileiros como os das famílias Amaya e Obaa˛ an e opções de jardins especiais de várias partes do mundo.

Com exemplares dos mais ortodoxos e autênticos japoneses, chineses e indianos até as misturas e infusões das proprietárias, a loja é uma verdadeira boutique de chás, preparados com toda a técnica e o cuidado que a bebida exige. “Um dos principais pontos para se fazer um bom chá é utilizar uma água de primeiríssima qualidade e alcalinidade”, explica Sylvia Rodrigues.

Os diversos aromas se espalham pelo salão da Teakettle diariamente. Dos chineses puehr (de aroma “úmido”) ao mao feng (com notas florais), do indiano darjeeling (de aroma adocicado) aos blends frutados pre-parados na casa, a atmosfera da casa é de aconchego e paz. A delicadeza da decoração tem muito do olhar de Ana Claudia, designer de formação, e contribui para tornar cada visita ainda mais agradável.

Uma novidade da Teakettle, o farto café colonial com uma deliciosa variedade de bolos, tortas, doces e salgados – e, claro, chás – é servida aos domingos, das 9h às 14h, e pro-mete transformar um dia comum em momentos especiais.

R. Alexandre Dumas, 1049 Chácara Santo Antonio – São Paulo – SP Tel.: (11) 5523 9615
www.teakettle.com.br


Sabor para compartilhar PF Chang’s

A gigante do casual dining asiático, PF Chang’s, lança o especialíssimo Share Menu, com opções fartas que servem até seis pessoas por preços superatraentes.

Os brasileiros apaixonados pelas receitas icônicas do PF Chang’s já podem comemorar. O cardápio inspirado na gastronomia asiática moderna acaba de ganhar novos pratos, que celebram o costume oriental de compartilhar. Chamada de Share Menu, a novidade chega às quatro unidades brasileiras – JK, Shopping Pátio Higienópolis, Shopping Iguatemi Alphaville e Shopping Iguatemi Campinas – com 14 opções entre saladas, carnes, frangos e frutos do mar. Servidos com vegetais frescos e incrementados com os famosos molhos do PF Chang’s, os pratos fartos poderão chegar à mesa em versões que satisfazem de três a seis pessoas.

Entre os destaques do Share Menu, está o queridinho dos clientes, o Mongolian Beef (para até três pessoas, por R$ 95, ou para até seis, por R$ 154), na versão tradicional, feita com carne, cenoura e cogumelos e em sua variante com camarões, o Mongolian Surf and Turf (que serve até 3 pessoas e custa R$ 119). Entram para o cardápio especial o levíssimo Fresh Tilápia (para até três pessoas, por R$ 89) e, especialmente para agradar ao paladar brasileiro, o Assa-do de Tira (para até três pessoas, por R$ 119), que acompanha batatas e agrião temperado com molho suave de limão e alho.

Também merecem atenção a Asian Caesar Salad (para até três pessoas, por R$ 49), preparada com alface-romana, croutons de massa wonton, gergelim torrado, parmesão ralado e molho caesar com tofu, e o Lo Mein Combo, clássico macarrão chinês com vegetais frescos, camarão, carne e frango (para até três pessoas, por R$ 79), também disponível na versão vegetariana.

Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 627 Vila Nova Conceição – São Paulo – SP
Tel.: (11) 3044 0571
R. Dr. Veiga Filho, 133 – Santa Cecília Shopping Pátio Higienópolis – São Paulo – SP Tel.: (11) 3823 2499
www.pfchangs.com.br


Pizza de verdade em apenas 3 minutos! Pizzita

Que os paulistanos são apaixonados por pizza isso não é novidade. Tanto que em cada bairro há inúmeras pizzarias. Isso sem falar na quantidade de pessoas que pedem as redondas em casa, seja por aplicativo ou pelo telefone. Agora, se disséssemos que você pode fazer essa delícia na sua casa e em apenas três minutos?

Todo mundo tem uma receita de família que não quer dividir com ninguém, certo? Para a felicidade dos apaixonados por pizza, um amigo resolveu dividir sua receita “secreta” com outros que, com o passar do tempo, decidiram produzi-la. E, assim, surgiu a Pizzita. Disponíveis em 14 sabores (sendo 10 em massa branca e 04 em massa integral), elas são individuais, a massa é pré-assada, fininha e crocante, sem adição de conservantes, o molho é fresco e as coberturas são feitas só com ingredientes de primeira. E, o mais importante: a praticidade de uma pizza congelada, do seu freezer à sua mesa em poucos minutos.

Modos de preparo

Frigideira
1. Retire sua Pizzita do freezer e também da embalagem plástica.
2. Deixe descongelar em temperatura ambiente por aproximadamente 15 minutos.
3. Préaqueça uma frigideira antiaderente (e nada de colocar óleo, hein?!).
4. Coloque a Pizzita na frigideira, tampe eabaixe o fogo.
5. Agora é só esperar de 3 a 4 minutos para o recheio fi car bem derretido e a massa bem crocante.

Forno a gás ou elétrico
1. Retire sua Pizzita do freezer e também da embalagem plástica.
2. Deixe descongelar em temperatura ambiente por aproximadamente 15 minutos.
3. Préaqueça o forno a 250 graus
4. Coloque a Pizzita na assadeira, sem untar
5. Leve ao forno por aproximadamente 5 minutos.

Churrasqueira
1. Retire sua Pizzita do freezer e também da embalagem plástica.
2. Deixe descongelar em temperatura ambiente por aproximadamente 15 minutos.
3. Coloque a Pizzita na grelha, mantendo disntância do fogo, e tampe com um abafador ou tampa de panela.
4. Aguarde por aproximadamente 4 minutos.

Forno a lenha
1. Retire sua Pizzita do freezer e também da embalagem plástica.
2. Deixe descongelar em temperatura ambiente por aproximadamente 15 minutos.
3. Com o auxilio da pá, coloque sua Pizzita no forno a lenha, mantendo distância do fogo.
4. Gire-a dentro do forno para que ela asse por igual.
5. Aguarde por aproximadamente 3 minutos.

www.pizzita.com.br
R. Capitão Otávio Machado, 486 Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP Tel.: (11) 5184 0427


Receitas campeãs La Pergoletta

Sucesso há 16 anos em São Paulo, o restaurante La Pergoletta traz as delícias da Itália, em versões cheias da personalidade do chef milanês Elia Seganti, que destaca alguns pratos que ganharam o paladar dos clientes ao longo dos anos.

O sucesso do chef Elia Seganti, que há quase 30 anos chegou da Itália, instalando-se na zona norte de São Paulo, começou com uma pequena rosticceria. Em 2012, abriu no Tatuapé uma pequena fábrica de massas. De lá para a atual bem-sucedida cantina La Pergoletta foi uma exigência natural dos clientes. Hoje o restaurante está presente também no Itaim e já tem até filial internacional, na cosmopolita Los Angeles. Não por acaso, o restaurante conquistou o Selo Ospitalità Italiana, certificação concedida pela Câmara Italiana e pelo Instituto de Turismo da Itália.

Tudo o que é servido no La Pergoletta tem produção própria: pães, massas, biscoitos, molhos, sobremesas, sardella, alichela, patê de azeitonas, pão de calabresa, pão toscano, torradas de alho e o biscoito do café. Entre as massas, são muitos destaques, mas o chef fez uma seleção com algumas de suas obras-primas, que fisgaram irremediavelmente o paladar de sua fiel clientela.

Nhoque ao ragu de maminha

Preparada com a tradicional massa de sêmola de grano duro e ovos orgânicos, feita na casa, o prato é bem servido e muito suculento, graças à carne de panela macia feita ao sugo que cobre a massa. A receita serve até quatro pessoas.

Gamberi al limone

Este é um dos pratos do chef Elia que conquistam pela surpresa. Além do belíssimo visual colorido, a generosa porção de camarões ganha sabor e textura marcantes, pois é salteada com azeite, alho e ervas. O contit de limão siciliano é o toque de mestre. Os gamberi chegam à mesa sobre o fettuccine verde artesanal. Estupendo.

Spaghetti alla marinara

Entre as especialidades do mar que recebem a personalidade do chef milanês, o molho marinara é, sem dúvida, o mais apreciado pelo público. Servido com massas clássicas de fabricação própria, como o spaghetti tradicional, camarões, lula e mariscos recebem o requinte do vinho branco, combinado ao sabor imbativeis tomates e manjericão.

R. Itapura, 1478 – Tatuapé – São Paulo – SP Tel.: (11) 2092 3330/2092 3054
R. Dr. Renato Paes de Barros, 435 Itaim – São Paulo – SP Tel.: (11) 2158 1957
www.lapergoletta.com.br