Confira a estreia de uma coluna dedicada às cervejas

Um papo com colarinho sobre cervejas.

Por: Leonardo Millen

Cerveja…

Este líquido mágico que encanta o homem há seis milênios. Enfim, eu também amo essa loira que nos faz feliz. Não sou sommelier, mestre cervejeiro, nem o “especialista mala da turma”. Então, aqui será um espaço dedicado a elucubrações sobre esse enorme prazer que é beber uma cerveja. Vai ser democrático, crítico, informativo, questionador, curioso, espirituoso e aprendiz. Sempre. Alguém disse (provavelmente numa mesa de bar) que a melhor cerveja é a que está no copo gelada. Então, vamos abrir várias e dissertar sobre elas, quem as faz, como são produzidas, o que há de diferente entre elas, os ingredientes mágicos, histórias e por aí vai…
Vamos nessa?

O duplo retorno

A rede de franquias Mestre-Cervejeiro. com está com dois retornos elogiáveis. O primeiro é a sua Session Porter. Ela foi a primeira de marca própria criada em 2014, mas retorna agora em embalagem de 600 ml. Uma escurinha do es° lo Porter (que adoro), mas com teor alcoólico de apenas 3,8% ABV, médio amargor (30 IBUs) e sabor de chocolate meio-amargo com maltes torrados. Ou seja: uma cerveja saborosa que você pode beber à vontade! E a rede está importando novamente a Newcastle Brown Ale. Tomei esta maravilha pela primeira vez em um pub londrino em 1994. Meu amigo me avisou: “Cara, não sei se eles vão servir, porque aqui é de outra bandeira e ela é de Newcastle”. Pois eu pedi. A garçonete cool não reclamou e me trouxe a garrafinha desse clássico, es° lo English Brown Ale. Eu me apaixonei. Ela tem uma cor âmbar, amargor médio, espuma fina e um sabor maltado, remetendo a caramelo e castanhas.
Uma cerveja leve e saborosa, com apenas 4,7% de teor alcoólico. Só de lembrar… me deu vontade de tomar uma.

Tarde na piscina

Neste verão, quem não tem praia caça com piscina e, claro, com cerveja. Nos fins de semana, meu esporte preferido foi degustar várias com a turma da piscina do prédio. Destaque para a Schornstein Pilsen, de Pomerode (SC), que tem filial em Holambra e me deixou de queixo caído. Bela pilsen! E para a Leff e, uma belga que já foi dos monges e agora é do portfólio da AMBEV (não tenha preconceitos). Tomei a Blonde, que é excelente, cremosa, refrescante e tem uma cor dourada e um “corpinho” que combinam com o verão. E finalizei com a Radiuse, com um toque de cravo, bem encorpada, e 8,2% de teor alcoólico. Depois fui mergulhar.

Quer visitar?

Um programa legal, mas legal MESMO, é visitar a cervejaria Madalena em Santo André. Não é longe. Se você tem Waze, coloca lá o endereço e parta num sábado – das 12h às 22h (R$ 35 o ingresso e R$ 6 cada cerveja) – para um tour pelas instalações etc e tal. Tem pub, banda ao vivo e comes para acompanhar. Melhor: vá de táxi, Uber ou com um motorista da vez, porque é fácil se empolgar pela qualidade e variedade. Fora a consagrada Weiss, são 11 tipos de loiras para se conhecer. Eu casei com várias…

Gostou?

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